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Questões sobre análise de linguagem e estilo

  • Questão 1

    LiteraturaFASA2017

    Assinale a alternativa incorreta considerando a textualização do discurso poético e suas implicações na produção de sentido.

  • Questão 2

    LiteraturaUEMA2010

    A presença de linguagem figurada faz com que o leitor possa produzir sentidos ricos e interessantes, sobretudo nos textos literários. Nesse sentido, a figura de linguagem personificação encontra-se no trecho do Bom-Crioulo presente na opção:

  • Questão 3

    LiteraturaESA2019

    Leia os versos a seguir, e assinale a alternativa que os analisa corretamente:

    Vozes veladas, veludosas vozes, Volúpias dos violões, vozes veladas, Vagam nos velhos vórtices de vozes Dos ventos, vivas. vãs, vulcanizadas.

  • Questão 4

    LiteraturaUNEMAT2009

    Nos nove contos que compõem o livro Sagarana,Guimarães Rosa realiza um inventário lingüístico do sertão e da língua portuguesa, recriando a linguagem, modificando e inventando palavras. Os elementos da natureza e o tratamento da linguagem são recursos estéticos importantes por contribuírem para a formulação das personagens, de modo a adequá-las aos ambientes onde vivem. Considerando o conto “Sarapalha”, assinale a alternativa correta a respeito da coincidência entre a descrição da natureza e a crise de febre de Primo Argemiro.

  • Questão 5

    LiteraturaUnirG2019

    O escritor Deusimar Pires, na obra Tribo cara baixa, alia a linguagem escrita à linguagem imagética para construir sua produção textual.

    Essa estratégia discursiva pretende

  • Questão 6

    LiteraturaUPF2022

    Sobre o texto literário, todas as expressões abaixo correspondem a seus atributos ou circunstâncias, a exceção de:

  • Questão 7

    LiteraturaENEM2017

    Declaração de amor

    Esta é uma confissão de amor: amo a língua portuguesa. Ela não é fácil. Não é maleável.( ... ] A língua portuguesa é um verdadeiro desafio para quem escreve. Sobretudo para quem escreve tirando das coisas e das pessoas a primeira capa de superficialismo.

    As vezes ela reage diante de um pensamento mais complicado. Às vezes se assusta com o imprevisível de uma frase. Eu gosto de manejá-la - como gostava de estar montada num cavalo e guiá-lo pelas rédeas, às vezes a galope. Eu queria que a língua portuguesa chegasse ao máximo em minhas mãos. E este desejo todos os que escrevem têm. Um Camões e outros iguais não bastaram para nos dar para sempre uma herança de língua já feita. Todos nós que escrevemos estamos fazendo do túmulo do pensamento alguma coisa que lhe dê vida.

    Essas dificuldades, nós as temos. Mas não falei do encantamento de lidar com uma língua que não foi aprofundada. O que recebi de herança não me chega.

    Se eu fosse muda e também não pudesse escrever, e me perguntassem a que língua eu queria pertencer, eu diria: inglês, que é preciso e belo. Mas, como não nasci muda e pude escrever, tomou-se absolutamente claro para mim que eu queria mesmo era escrever em português. Eu até queria não ter aprendido outras línguas: só para que a minha abordagem do português fosse virgem e límpida.

    LISPECTOR, C. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999 (adaptado).

    O trecho em que Clarice Lispector declara seu amor pela língua portuguesa, acentuando seu caráter patrimonial e sua capacidade de renovação, é: